Canas OnLine

A Vila de Canas de Senhorim é uma terra tipicamente beirã. Situada entre a Serra da Estrela e a Serra do Caramulo é ladeada pelos rios Mondego e Dão. A sua história remonta a tempos milenares, conforme documentam os diversos vestígios pré-históricos e romanos existentes. Foi-lhe concedida carta de foral em 1196 e em 30 de Março de 1514 o rei D. Manuel I confirma o privilégio através de novo foral, o qual confere à vila o estatuto de concelho. Em 1866 é extinto o concelho, circunstância nunca aceite pela população que ao longo do tempo tem lutado pela sua restauração >>>

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Data e HoraSábado, 31 de Julho de 2010

Lapa do Lobo Café, no facebook

 
 
Lapa do Lobo Café, é o bar do Tuga…só servimos bebidas nacionais…
Temos galão, sumol,aguardente,licor beirão,amarguinha, taças de tinto ou branco.
O seu Café para descontrair…
É Proibido ter conversas sérias, Música só Tuga…
http://www.facebook.com/home.php?#!/pages/Lapa-do-Lobo-Cafe/358286255344?ref=ts
Lapa do Lobo Café selecciona situações pitorescas deste Portugal à beira mar plantado, e não só. Vale a pena visitar, é hilariante

Não há como o humor, para lidar com o desprezo!!

Ser pertencente ao : Reino: Plantae Divisão: Spermatophyta Sub-Divisão: Angiospermea Classe: Dicotiledonea Sub-Classe: Rosidea Ordem: Brassicales Família: Brassicaceae Género: Brassica Espécie: Brassica oleracea L. var. oleracea

Nome vernáculo: Couve Galega
 
Características da Planta: Possui folhas caulinares largamente amplexicaules, grossas, ligeiramente verde-azuladas, folhas basilares subinteiras ou lirado-penatipartidas com segmentos pouco numerosos, flores brancas ou amarelas, com pétalas obovadas e sépalas erectas.
 

Época de Floração: Maio a Agosto Habitat: Terrenos Cultivados

Distribuição Geral: Encontra-se por toda a Europa Ocidental, com uma ocorrência e incidência muito curiosas na Rua Dr. Tiago Marques ( foto do local).
De uma tenacidade invulgar superando um habitat inóspito, trata-se provavelmente de uma variedade de Brassica oleracea L. desconhecida, e merecedora de um estudo aprofundado, devido à sua sobrevivência e alto grau de desenvolvimento face às características do terreno -PASSEIO PEDONAL .
Será uma forma espontânea ou cultivada?
As características geológicas do terreno bem como a espécie em causa contradizem a forma espontânea!
Terá sido cultivada?

Será um estudo de caso, para testar o terreno?, a espécie?, ou alertar para que se faça um estudo mais completo, desta muito provavelmente, nova variedade de Brassica oleracea L.

Será uma forma de chamar a atenção!!!
 
 
Curiosamente em Canas também se encontram fenómenos!!!!!!
Parabéns ao agricultor!
 

Ana Mafalda

(Ana Mafalda escreve no blog Município Cannas de Senhorym)

Será uma brincadeira carnavalesca…

…confundir o Solar Abreu Madeira com a estação de Caminhos de Ferro em Nelas?

Festa do 2º de Agosto

Para os mais distraidos fica aqui uma rima do Tony (o cantor), feita para a música tradicional ‘Apita o comboio’

Em Canas de Senhorim
Em Canas de Senhoredo
Apita o Comboio
Canas a Concelho!

Um "Post" de antigamente

Carta de António João Pais Miranda meses antes dos acontecimentos de 2 de Agosto

Canas de Senhorim, 15 de Fevereiro de 1982

Minha querida Madastra:

Espero que esta minha carta a vá encontrar cada vez mais gorda. Nós, por cá, piores que estragados.
Tal como você pediu já seguiram para aí os Correios, o Rápido, o Posto Médico, a casa do Povo, o Alcatrão e o Entrudo. Não compreendi se quer já as Escolas ou se ainda vão ficar cá mais um tempito.
As retretes que prometeu já cá chegaram. Foi uma grande Festa. Naquele dia toda a gente Mijou. A Sr. Antero disse que foram lá 8.000 Gajos.
Os buracos que a Madrasta viu já foram todos alargados e o entulho foi puxado para os passeios. As valetas estão agora cheiinhas de erva, por isso, pró gado NÃO VAI HAVER CRISE.
É pena não ter vindo o Viaduto sobre os Caminhos de Ferro mas, como você disse, estavam as cancelas fechadas.
Já informei os Clubes de Escravos que não esperassem este ano a Esmola do costume porque a Madrasta me tinha dito QUE NÃO HÁ NADA PRA NINGUÉM.
O meu irmão Zé Penúria, queria libertar-se, mas eu disse-lhe que já um dia eu também tentei e você mostrou-me a Catana.
Quanto s luzes que você ia enviar, a minha Madrasta é quem manda, mas eu acho asneira: Aquelas luzernas ou escuro pouco monta.
Também já nos foi entregue o pedaço de cemitério que você nos ofereceu, mas aquilo está ainda muito esguelhado. Diga agora a minha Madrasta se nos quer enterrar a prumo ou a viés.

Até próxima se Deus quiser
O escravo português (século XX)
Zé Canas
PAMIR 85

Peças teatrais, jograis e quadras fazem parte do espólio de luta do António João… a rever em Setembro peças como a “Varanda” (a da má língua) e os Buracos…

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