Canas OnLine
Início
Data e HoraTerça-feira, 06 de Janeiro de 2009

Estatísticas

Membros: 16
Notícias: 75
Favoritos web: 71
Visitas: 69889

Centauro Romano
Logótipo do Canas Online

Centauro Romano

O símbolo associado ao logótipo do Canas Online foi inspirado numa peça romana que Horácio Peixoto recolheu na Quinta do Fojo, em Canas de Senhorim. Trata-se de um elemento terminal de um objecto de culto, uma pátera em bronze, taça cerimonial usada em sacrifícios nos tempos antigos. Representa um Centauro e constitui um dos poucos exemplares encontrados em território português.


Curiosidades

Besencla
Ara votiva

O Concelho de Cannas
1706

Socidade
15 de Julho

Carta de Couto
D. Sancho I

O Pelourinho

Lenda do Pai Mouro
(Lugar do Paimouro)

A história do burro Prim

Lenda da Zefa da Feira

A Cova dos Franceses
Vale Madeiros


Regional

Arquivo de Artigos

Pesadelo
por Portuga Suave
O comunicado da Junta de Freguesia é um autêntico pesadelo e confirma as preocupações dos canenses. Podemos até extrair dele outro significado do que a simples constatação dos factos nele contidos. O comunicado assume abertamente uma posição oficial de reprovação, e, julgo poder afirmar, mais do que informativo, o documento parece configurar um ultimato à presidente de Asnelas, do género: “Faça alguma coisa Sra. Presidente, senão diga-nos lá como vamos apoiá-la nas próximas eleições”. (01/11/08) >>>
CPFE. Recordações... das boas
por Frankie
De facto o empenho da Ana Mafalda em tirar do baú o que de mais importante marcou a nossa terra é perfeitamente conveniente. Esta recordação tem tanto de conveniente, recordando um marco histórico, como de “verdade inconveniente” ao estilo de AlGore. Recorde-se o fumo e as faúlhas que a todos os instantes entupiam as nossas caleiras, sujavam a roupa estendida nos cordéis e incomodava-nos a nós estudantes da “Escola Técnica”. Aquele fumo entrava-nos pela garganta dentro, principalmente em dias de chuva e de fumo baixo. (21/10/08) >>>

Companhia Portuguesa de Fornos Eléctricos
recolha de Ana Mafalda

Curiosamente não há em Canas uma única referência digna desse nome a essa grande Indústria que tirou Canas do anonimato rural a que estava condenada, que deu emprego a milhares de homens e também algumas mulheres, provenientes dos mais diversificados pontos de país, … que colocou esta Terra no mapa, que fez desta Terra o maior e mais importante pólo industrial de todo o interior português durante décadas. (20/10/08) >>>

Canadas
por Maria José Santos/Ana Mouraz

Provavelmente estão na origem do nome de Canas de Senhorim. São uma forma de canalização de água, muitas vezes feitas de pedra mais ou menos aparelhada, outras vezes talhadas na rocha, ou apenas escavadas na terra (17/10/08) >>>

A casa do Cabido
por Maria José Santos/Ana Mouraz

A Vila de Canas de Senhorim foi desintegrada da Terra de Senhorim em 1186, por uma carta de couto em que D. Sancho I doou e coutou a Vila de Canas ao bispo de Viseu, D. João Pires. Em 1196, o Cabido da Sé de Viseu deu foral aos povoadores do seu couto, o que faz supor que o mesmo Cabido (que é uma congregação dos cónegos de uma Sé) terá tomado posse daquelas terras. (12/10/08) >>>

Na primeira pessoa
por João Marques

Um dia destes, escapando-me do sol inclemente e dos fedorentos contentores colocados junto à minha casa (nem sei se lhe posso chamar assim pois começo a interrogar-me como vou acabar de a pagar!) efectuei, em vez da pouco convidativa e contra-indicada caminhada, um pequeno passeio pelo Bairro da Urgeiriça, usufruindo a fresca sombra proporcionada pelos frondosos plátanos e tílias dispersos pelas bermas das ruas e jardins. (26/09/08) >>>>>

Urgeiriça forever
por Portuga Suave

Sejamos justos. Se frequentemente e com razão damos azo à nossa indignação perante a negligência, a falta de investimento e a displicência que grassa em Canas de Senhorim, não podemos, por outro lado, deixar de assinalar com agrado todo o processo de recuperação ambiental que tem vindo a ser levado a cabo na Urgeiriça (12/09/08) >>>>>

O Caminho Real - Estrada Velha

por Maria José Santos/Ana Mouraz

Antes de existir a estrada real que atravessa o Planalto Beirão desde Santa Comba até Mangualde, que foi unindo todas as povoações e cuja construção se terá iniciado após as invasões francesas, existiam já dois caminhos muito antigos, mais ou menos paralelos, que atravessam também o Planalto e que em Canas passam nos pontos mais altos a norte e a sul. (2005) >>>>>

Cenários

por Portuga Suave

Não estou por dentro dos meandros da política concelhia, portanto tudo o que aqui for escrito não passará de especulação, ainda que as conjecturas possam ter algum grau de razoabilidade.

Certa é a candidatura independente do Dr. Vaz à presidência da Câmara de Asnelas e a recandidatura da actual presidente, Dra. Isaura Pedro. Se o Dr. Vaz avança às apalpadelas, Isaura Pedro parece igualmente jogar à cabra-cega. (01/09/08) >>>>> 

2 de Agosto (e novos motivos de luta)

por Manuel Henriques

Comemorou-se há dias o 26º aniversário do 2 de Agosto. Como vem sendo hábito o MRCCS organizou o tradicional evento festivo, onde não faltaram os 3 condimentos essenciais da festa (discurso, música e sardinhas assadas). (25/08/08) >>>>>

Canas, sempre!

por Ana Mafalda

Vou-me abster de fazer qualquer consideração sobre o candidato que agora se nos apresenta…ficará para mais tarde, prometo! Tenho seguido as apreciações dos "bloguistas", e numa coisa surpreendem-me, se há coisa que os jovens de hoje (e de sempre) se pautam é por serem JUSTOS, é uma característica inerente a quem não tem "afectações", os jovens são por natureza justos, também nos seus comentários! Mas como ser justo quando se desconhece o passado?? Como fazer avaliações sem avaliar procedimentos?? (10/08/08) >>>>> 

Para a História de Canas
Primeira metade do séc.XX

por Maria Teresa Mouraz Lopes

Os anos de 1939, 1944/45 e 46 foram grandes anos de seca em todo o país. Como é óbvio, Canas sofreu bastante com estas secas. As secas sempre foram cíclicas. Em Canas não havia água canalizada; As pessoas abasteciam-se no chafariz do Rossio, na Fonte da Vila, na Fonte da Cruz, na Fonte das Moitas, na Fonte do Casal e em vários poços particulares. O chafariz do Rossio ou Quatro-Esquinas e o da Fonte das Moitas tinham uma bomba com uma grande roda. As outras eram todas fontes de chafurdo, ou seja, onde as pessoas mergulhavam os cântaros para retirarem a água. >>>>>

 
Página anterior« »Página principal
EditorialCanas em MovimentoCarnavalViagem MedievalOnde ficarOnde comerVisiteSlide ShowEndereços úteisLinksInternetContacte-nosProcurar